• Paloma Piccinini

Empreender Transforma

Vou começar essa sexta feira da seguinte forma: Não tema errar. Tema a passividade de uma vida inerte.


Quando escrevi esta frase (neste artigo aqui) a minha intenção era justamente trazer aquele desconforto que muitas vezes é necessário para uma reflexão construtiva.


Com isso quero compartilhar com vocês o que eu aprendi até agora: fazer mais do mesmo, não vai te levar para um lugar diferente. E, outro ponto muito importante, as pessoas não te devem nada. Então, faça.


Não estou querendo dizer que é fácil, rápido ou que não nos descabelamos no meio do caminho pensando que não pode ser feito. Tudo isso passa pela nossa cabeça e não existe uma alternativa para a insegurança que perpetua o caminho de quem ousa TOMAR UMA DECISÃO. Errar é necessário, mas sair do casulo para alcançar seus objetivos também o é.


Tenha claro que coragem se cria e nutri, enquanto o medo se doma. E, conforme o andar da carruagem, mesmo na busca de uma equação balanceada, uma convivência harmônica entre as habilidades que fazem com que a gente vá, faça e aconteça, fique certo que: fórmulas mágicas não existem, vai dar merda sim e se você chegou até aqui é porque você veio para aprender. E o replay disso tudo faz parte do ciclo virtuoso que é a vida. Eu sei - harsh - mas friend a gente desceu para o play, não foi?

Mas lá vai um outro grande insight esse cenário é para quem quer REAL, OFICIAL sair do lugar comum. Esta consciência e proatividade não é de forma alguma inerente a condição humana. Tanto o sair quanto o ficar é uma decisão individual. Então, vamos para mais uma lição - não julgue.


Quando eu decidi mudar de país, compreendi que do bônus vem o ônus. Alguns (vários) passos para trás, mudança de lifestyle, distância, insegurança financeira, etc. Comecei a me preparar mentalmente para o que viria. A mudança de mindset foi primordial. E o que me gerou um dos maiores aprendizados e me fez acreditar que era possível foi tirar o InLoco do papel.


Porque eu digo isso? Pois, sem sombra de dúvida o meu maior desafio até o momento foi me descobrir empreendedora. Empreender por si só já é difícil, agora empreender sozinha dentro de um mercado resistente - e vamos lá um tanto quanto preconceituoso - é foda.


Uma mulher, inteligente, capaz, que aprecia e tem conhecimento sobre cerveja (Sommelier com muito orgulho) dona de um Bar (reduzindo ao máximo, porque o InLoco é muito mais que isso) dentro da própria casa. Riram da minha cara - até que pararam de rir.


Não é fácil, mas é sim possível. Precisa acreditar e assimilar que todos os desafios que se apresentam servem para te oportunizar a moldar, estruturar e fazer de novo.. e de novo.. e de novo, quantas vezes forem necessárias. Pois outro grande aprendizado é que desistir, o ato de jogar a toalha simplesmente não faz parte do vocabulário de quem empreende.

O InLoco me deu a chave para confiar em mim, nas minhas ideias, na minha capacidade de administrar as incertezas e tirar proveito das oportunidades. Se não fosse o movimento de tirar do papel não estaria hoje vendo este céu sob esta nova perspectiva. Não me entendam mal, eu viria.. sem sombras de dúvida. Mas o que trago na minha bagagem é o resultado de de todo um desenvolvimento e empoderamento que só começou porque eu ousei tomar uma decisão: acreditar em mim.





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